terça-feira, 9 de março de 2010

DECISÕES


Todos tomamos decisões. Algumas sábias, outras não. Deus nos pede para tomarmos decisões eternas, e essas decisões têm consequências eternas.
Você fez algumas más escolhas em sua vida, não é verdade?
Se equivocou ao escolher seus amigos, talvez sua profissão, e quem sabe, seu cônjuge. Agora olha para trás e diz: "Se eu pudesse.... se pudesse me libertar dessas más decisões". Pode! Uma boa decisão para a eternidade compensa milhares de más decisões feitas na terra.
Você tem que tomar uma decisão.
Desde que Jesus veio à terra, esta decisão esteve disponível para nós. E no entanto nos espantamos como alguns podem decidir-se pela vida eterna ou rejeitá-la. Nos admiramos em como dois homens podem ver o mesmo Jesus, e um deles blasfemar Dele e o outro orar a Ele. Não sei como pôde ser isso, mas assim o fizeram.
Isso foi o que aconteceu na cruz. Havia outras duas cruzes no topo da colina, no dia em que Jesus morreu. Dois criminosos sofriam junto com Ele a mesma morte. E essas duas cruzes nos recordam um dos maiores dons de Deus: o dom da decisão. Um se decidiu por Jesus, o outro simplesmente O desprezou. As Escrituras revelam parte da história:
"Um dos malfeitores que estavam pendurados,
blasfemava dele, dizendo: Não és tu o Cristo? salva-te a ti mesmo e a nós.
Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Nem ao menos
temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça;
porque recebemos o que os nossos feitos merecem; mas este nenhum
mal fez. Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraiso".
Lucas 23.39-43


Quando um dos ladrões que morria orou, Jesus o amou o suficiente para salvá-lo. E quando o outro blasfemou, Jesus o amou o suficeinte para lhe permitir fazer isso.
Permitiu-lhes tomarem suas decisões.
Ele faz o mesmo com você
**
Chegou a época em que as folhas caem e o ar fica frio.
O correio continuou chegando e o primo queixando-se à medida que crescia a quantidade de cartas. Ela constinuava decidida a não mandar seu endereço. E continuava sem ler as cartas.
Então poucos dias antes da véspera do Natal, chegou outra carta. O mesmo envelope. A mesma cor. Mas esta não tinha o carimbo. Nem foi entregue pelo primo. Estava sobre a mesa do quaarto de vestir do local onde dançava.
"Faz 2 dias um homem muito robusto veio e me pediu que lhe desse isto", explicou uma das outras bailarinas. "Disse que você entenderia a mensagem".
"Ele esteve aqui?", perguntou ansiosa.
A mulher fez um movimento com os ombros: "Suponho que deve ser ele".
Madeleine engoliu em seco e olhou o envelope. Abriu-o e extraiu um cartão.
"Sei onde está", leu. "Sei o que faz. Isso não muda o que sinto. Tudo o que eu disse em cada uma das outras cartas continua sendo verdade".
"Mas eu que não sei o que ele me disse", pensou Madeleine. Pegou uma carta da parte superior da pilha e leu. Em seguida fez o mesmo com uma segunda, e uma terceira. cada carta tinha a mesma frase. Cada frase fazia a mesma pergunta.
Depois de alguns minutos o chão estava cheio de papel e o seu rosto banhado em lágriamas.
Antes de ter passado uma hora, se encontrava a bordo de um ônibus.
"Tomara que chegue a tempo".
Apenas o conseguiu.

Os familiares estavam começando a retirar-se. Joe estava ajudando a avó na cozinha quando sei irmão o chamou: "Joe, tem alguém aqui que quer ver você".
Joe saiu da cozinha e se deteve. Em uma mão, a moça sustentava uma mochila. E na outra, segurava o cartão. Joe viu a pergunta em seus olhos.
"A resposta é sim", disse a seu pai. "Se o convite ainda se mantém , a resposta é sim".
Joe engoliu emocionado. "Ah, claro que sim! O convite ainda se mantém!".
E assim, os dois voltaram a dançar nessa véspera de Natal!
Sobre o chão, perto da porta, prmanecia jogada uma carta aberta dirigida a Madeleine e o rogo de seu pai:

"Quer vir para casa e dançar com seu papai outra vez?"

Continua....................

































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